...Divine Colours...
Dos horizontes
Mais longínquos
Que a busca pela Vida
Me há desenhado,
Nenhum é tão sereno e vasto
Como o Amor que te sinto.
Somente o teu olhar
Já é suficiente prá
Me arrancar de tudo
Que não é Belo,
De tudo que não
Seja digno à harmonia
Silenciosa e pacífica
Do profundo Concerto do Amor.
E vejo esse Amor fluir
De tua aura tão suavemente,
Tão lindamente,
Que basta o mais
Tímido esboçar
De um sorriso teu
Prá me trazer a Felicidade
Da Verdade e das suas
Mais charmosas manifestações.
Me és o Amor da existência.
Da sincera resignação do contemplar.
Da mesma alegria de sonhar-se
Em cores de um Arco-íris lunar,
E poder nessa sensação
Encontrar a essência do viver.
És para mim a fração mais linda
De um Universo desconhecido
Para todos os não afeitos
Ainda a grandeza que é o Amor,
Me és, no teu simples existir,
A constelação celestial
Que mais inspira meu sincero"Eu te Amo".
(Saturno)
Fev 2007
Jesus is the Love!!
sábado, 1 de março de 2008
Conversas Psicodélicas com My Love
Conversas Psicodélicas com My Love
Bom... Seguindo o que eu alto contigo pensava...
O Amor não se conquista, Minha Querida!
Ele simplesmente nasce. Assim. Simples Assim.
O Sol não nasce todos os dias?!
O Amor não se conquista não...
Quem conquista são espanhóis, americanos, terroristas,
Produtos eletrônicos e bárbaros de todos
Os tempos do homem...
Mas me diga, minha querida, é você um resultado
Completo e feliz dessas conquistas?!
Porque as conquistas são como que jogos
Para as almas apaixonadas,
Porém você sabe, minha querida,
Que é o Amor o anjo-de-guarda
Da paixão em sua luta kármica
Nos longos vales da ilusão?!
Por isso o Amor está além da paixão...
Por isso as estrelas estão além dos nossos jardins.
Conquistar o Amor é algo como
Afogar-se em um mar de sede...
Como ter todas as condições
De enxergar e não ver
O quão simples é nascer-se
Todos os dias para o Amor...
Como o Sol assim o faz
Desde um tempo que minha memória
Sequer lembrava de mim!
Mas lembre-se, minha querida!
Que podemos sim conquistar...
Um tanto mais de entendimento e resignação.
Um tanto mais de sabedoria e perdão.
Mas para o Amor...
Apenas e simplesmente
Sejas!
E nasças todos os dias sempre!
(Saturno)
(02/2007)
Jesus is the real Love!
Bom... Seguindo o que eu alto contigo pensava...
O Amor não se conquista, Minha Querida!
Ele simplesmente nasce. Assim. Simples Assim.
O Sol não nasce todos os dias?!
O Amor não se conquista não...
Quem conquista são espanhóis, americanos, terroristas,
Produtos eletrônicos e bárbaros de todos
Os tempos do homem...
Mas me diga, minha querida, é você um resultado
Completo e feliz dessas conquistas?!
Porque as conquistas são como que jogos
Para as almas apaixonadas,
Porém você sabe, minha querida,
Que é o Amor o anjo-de-guarda
Da paixão em sua luta kármica
Nos longos vales da ilusão?!
Por isso o Amor está além da paixão...
Por isso as estrelas estão além dos nossos jardins.
Conquistar o Amor é algo como
Afogar-se em um mar de sede...
Como ter todas as condições
De enxergar e não ver
O quão simples é nascer-se
Todos os dias para o Amor...
Como o Sol assim o faz
Desde um tempo que minha memória
Sequer lembrava de mim!
Mas lembre-se, minha querida!
Que podemos sim conquistar...
Um tanto mais de entendimento e resignação.
Um tanto mais de sabedoria e perdão.
Mas para o Amor...
Apenas e simplesmente
Sejas!
E nasças todos os dias sempre!
(Saturno)
(02/2007)
Jesus is the real Love!
Ainda em Julho
Ainda em Julho
O tempo me é o mesmo
Frio fio da navalha
Que há tanto tempo
Tanto esfaceleu
As cores suaves e lindas
Que teu coração de menina
Imanavam sobre meu Ser.
O tempo sem você não existe,
Numa inexistência sufocante,
Qual uma ilusão contínua,
Um vício inalcançável...
E à mente encarnada
Constante pergunta singra o futuro...
Quando deixarei a chuva ir embora?!
E à alma encarnada
Reluta ardente esperança no horizonte...
Será que um dia verei o Sol do Amanhecer?!
(Saturno)
Julho, 20 - 2006 aJC
Jesus é AMOR!!
O tempo me é o mesmo
Frio fio da navalha
Que há tanto tempo
Tanto esfaceleu
As cores suaves e lindas
Que teu coração de menina
Imanavam sobre meu Ser.
O tempo sem você não existe,
Numa inexistência sufocante,
Qual uma ilusão contínua,
Um vício inalcançável...
E à mente encarnada
Constante pergunta singra o futuro...
Quando deixarei a chuva ir embora?!
E à alma encarnada
Reluta ardente esperança no horizonte...
Será que um dia verei o Sol do Amanhecer?!
(Saturno)
Julho, 20 - 2006 aJC
Jesus é AMOR!!
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Água Vida
Água Vida
E toda uma vida segue... Continua... Como um secular rio que o Divino sempre evitou secar, nossas vidas correm um rumo longo, cheio de curvas, repleto de pedras em seu pulsante e longo caminho. Muitas vezes somos nós mesmos as pedras, e precisamos intensamente que essa água que infinitamente não cessa, nos molde, nos envolva com sua natural sabedoria superior, e nos guie. Porque ainda não somos água, não somos ainda puros. Água que cai do céu, vidas que desafiam abismos; Água de oceanos, nosso eterno aprendizado; Água vida, nossa angustiante busca. E como um rio seguimos caminhando a frente, lentamente, confusamente, dolorosamente, duvidando em nosso mais profundo íntimo que venhamos verdadeiramente a desaguar no Grande Oceano de Plenitude completa. E como minúsculas gotas dessa água Universal, estaremos sempre em busca desse Eterno Oceano de Paz que no horizonte nos sorri, que no horizonte nos suaviza a alma, que faz do maravilhoso horizonte uma luz que possa nos guiar em qualquer momento de infeliz cegueira, de profundidade escura... A vida chove todos os dias, chora alguns dias e sorri Sol sempre ao fim, e a água nunca seca... pois seca é a existência da morte, e jamais haverá morte, pois jamais faltaram águas nos oceanos de vidas; Oceanos ainda não purificados de águas cristalinas de suave Azul... mas que sempre nos esperarão desaguar em puro sincero sorriso. Sincero Sorriso de Paz, Chuva do mais belo sentir. Água Vida.
(Saturno)
E toda uma vida segue... Continua... Como um secular rio que o Divino sempre evitou secar, nossas vidas correm um rumo longo, cheio de curvas, repleto de pedras em seu pulsante e longo caminho. Muitas vezes somos nós mesmos as pedras, e precisamos intensamente que essa água que infinitamente não cessa, nos molde, nos envolva com sua natural sabedoria superior, e nos guie. Porque ainda não somos água, não somos ainda puros. Água que cai do céu, vidas que desafiam abismos; Água de oceanos, nosso eterno aprendizado; Água vida, nossa angustiante busca. E como um rio seguimos caminhando a frente, lentamente, confusamente, dolorosamente, duvidando em nosso mais profundo íntimo que venhamos verdadeiramente a desaguar no Grande Oceano de Plenitude completa. E como minúsculas gotas dessa água Universal, estaremos sempre em busca desse Eterno Oceano de Paz que no horizonte nos sorri, que no horizonte nos suaviza a alma, que faz do maravilhoso horizonte uma luz que possa nos guiar em qualquer momento de infeliz cegueira, de profundidade escura... A vida chove todos os dias, chora alguns dias e sorri Sol sempre ao fim, e a água nunca seca... pois seca é a existência da morte, e jamais haverá morte, pois jamais faltaram águas nos oceanos de vidas; Oceanos ainda não purificados de águas cristalinas de suave Azul... mas que sempre nos esperarão desaguar em puro sincero sorriso. Sincero Sorriso de Paz, Chuva do mais belo sentir. Água Vida.
(Saturno)
Fim de Dezembro
Fim de Dezembro
Não se esforce tanto
Por converter pedras em flores, Meu filho...
A Natureza do Tempo por elas se encarrega,
Deixando-as à mercê de sua transformação,
A metamorfose da matéria bruta
Em fluídos espaciais e poéticos.
Não obscureças também tuas paisagens, Meu filho,
Nada de evolução há em saber
Construir jardins somente com pedras.
Pois a Arte, meu filho, só busca a Luz!
E a vida viva deve buscar a Arte!
Não se desanime quando do jardim gris
Essas pedras forem em ti jogadas...
Além, pense que é hora de fazer,
Dessa ainda ignorante caridade,
Uma cachoeira forte o suficiente
Prá suportar todas as lágrimas
Que a Verdade derramará
Nos corações endurecidos.
Meu filho... Não se destrua pelo destino
Inquieto de quem planta pedras
E rega plantas perfeitas de plástico!
Longe disso, faça-te em terra
A todos que, sementes de Amor,
Anseiam enraizar-se em solo de Certeza.
Faça-te em Amor, filho meu,
Prá que minhas lágrimas
Com felicidade
Rolem e sejem por toda a terra
Fértis no Bem,
Por Todo o Sempre.
Faça-te em Luz, meu filho,
Sejas o Sol também!...
Prá iluminar essa terra
Que um dia,
A todos os olhos que buscam ver, será,
Realmente Meu Jardim De Amor e Paz.
(Saturno)
29/12/2006
Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida.
Não se esforce tanto
Por converter pedras em flores, Meu filho...
A Natureza do Tempo por elas se encarrega,
Deixando-as à mercê de sua transformação,
A metamorfose da matéria bruta
Em fluídos espaciais e poéticos.
Não obscureças também tuas paisagens, Meu filho,
Nada de evolução há em saber
Construir jardins somente com pedras.
Pois a Arte, meu filho, só busca a Luz!
E a vida viva deve buscar a Arte!
Não se desanime quando do jardim gris
Essas pedras forem em ti jogadas...
Além, pense que é hora de fazer,
Dessa ainda ignorante caridade,
Uma cachoeira forte o suficiente
Prá suportar todas as lágrimas
Que a Verdade derramará
Nos corações endurecidos.
Meu filho... Não se destrua pelo destino
Inquieto de quem planta pedras
E rega plantas perfeitas de plástico!
Longe disso, faça-te em terra
A todos que, sementes de Amor,
Anseiam enraizar-se em solo de Certeza.
Faça-te em Amor, filho meu,
Prá que minhas lágrimas
Com felicidade
Rolem e sejem por toda a terra
Fértis no Bem,
Por Todo o Sempre.
Faça-te em Luz, meu filho,
Sejas o Sol também!...
Prá iluminar essa terra
Que um dia,
A todos os olhos que buscam ver, será,
Realmente Meu Jardim De Amor e Paz.
(Saturno)
29/12/2006
Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida.
Shakti
Shakti
Quando aqui nascemos
Teu olhar me segredou
A eternidade do Amor...
Quando deste-me tua mão
Certeza sorriu o Horizonte
Com tão suave calor...
E então partimos ao Além...
Da terra...
Das distâncias...
Das Eras...
Sempre mãos dadas te sei...
Por onde sequer tenha sonhado
Estarás lá olhos negros.
Quando aqui chegamos
Meu Amor segredou-me
A eternidade do teu olhar...
Quando dei-te minha mão
O Horizonte fez-se em mim
Suave como o calor do Bem...
E então estamos ao Além...
Da compreensão humana...
Da dimensão temporal...
Do finito...
Sempre em minh'alma te quero...
Por onde sequer tenhamos chego
Lá estará nosso Amor a esperar-nos.
(Saturno)
Jesus is Love!!
Quando aqui nascemos
Teu olhar me segredou
A eternidade do Amor...
Quando deste-me tua mão
Certeza sorriu o Horizonte
Com tão suave calor...
E então partimos ao Além...
Da terra...
Das distâncias...
Das Eras...
Sempre mãos dadas te sei...
Por onde sequer tenha sonhado
Estarás lá olhos negros.
Quando aqui chegamos
Meu Amor segredou-me
A eternidade do teu olhar...
Quando dei-te minha mão
O Horizonte fez-se em mim
Suave como o calor do Bem...
E então estamos ao Além...
Da compreensão humana...
Da dimensão temporal...
Do finito...
Sempre em minh'alma te quero...
Por onde sequer tenhamos chego
Lá estará nosso Amor a esperar-nos.
(Saturno)
Jesus is Love!!
Atemporais Temporais
Atemporais Temporais
Eu sei que amanhã vai chover...
E choverá!
Eu sei que amanhã vai ventar...
E ventará!
Eu sei que ontem choveu...
Assim será!
Eu vejo o vento de ontem...
Ainda soprando o amanhã!
E me sei assim por longo tempo,
Até o tempo saber-se nada.
E então choverá! Eu sei!
Por longo amanhã...
E ventará também...
Porque talvez o Sol ainda durma
No meu horizonte.
Porque talvez a madrugada
Ainda brinque de alvorecer.
Mas eu sei...
Que um dia serei Sol...
Um dia Sol...
Um dia Chuva
Um Dia água...
Outro Amor...
Uma Vida de Sol.
Uma chuva de Vida.
Eu sei-me Amor.
(Saturno Ser Galático da Psicodelia)
Eu sei que amanhã vai chover...
E choverá!
Eu sei que amanhã vai ventar...
E ventará!
Eu sei que ontem choveu...
Assim será!
Eu vejo o vento de ontem...
Ainda soprando o amanhã!
E me sei assim por longo tempo,
Até o tempo saber-se nada.
E então choverá! Eu sei!
Por longo amanhã...
E ventará também...
Porque talvez o Sol ainda durma
No meu horizonte.
Porque talvez a madrugada
Ainda brinque de alvorecer.
Mas eu sei...
Que um dia serei Sol...
Um dia Sol...
Um dia Chuva
Um Dia água...
Outro Amor...
Uma Vida de Sol.
Uma chuva de Vida.
Eu sei-me Amor.
(Saturno Ser Galático da Psicodelia)
75% Dejavu
75% Dejavu
Você não vê comigo o Deserto que se extende
Horizonte tão límpido à frente?
Você não pode vir comigo?
Por que continuas a saciar-me
Com tuas lágrimas toda minha sede?
Preciso morrer nesse Deserto de sonhos, meu Amor...
Preciso convencer a solidão da minha razão...
Preciso acreditar que sou eu o só Deserto!
Você não me enxerga no meio do caos?
Ou estou recém ao seu começo?
Vejo-me sorrir nuvens no espelho do caminhar...
E ainda assim será só ironia?
Areia, sede, água, seca...
Flores de plástico precisam mesmo de Sol?
Mentiras sinceras fazem mesmo teu viver?
Desertos e mares apaixonam-se pelo
Simbólico correr da dor, da distância, do passar...
O desamor hidrata tuas cicatrizes?
E o vento do Deserto? Já uivou em teus cabelos?
Me sussurrou tal vez, ele, que todas as estrelas
São lágrimas do Sol...
Quando Ele recordava você e eu...
Fazendo o Verbo lembrar amante da noite,
Inimigo do tempo humano.
Em nossas veias sopra o vento do abandono, meu Amor...
Ele é frio como o calor do Deserto.
Implacável como o orgulho.
Você não vê a morte que se aproxima dos cegos corações?
É todo meu desejo meu amor! Todo meu agora!
Você quer vir comigo?
Te prometo o silêncio de Alma destinada.
Você tem mais medo de mim ou da Vida?
Você tem mais ódio de mim ou da Morte?
Você me quer Morte ou Vida?
Te prometo ser a eternidade das tuas mentiras!!
Vou ser prá sempre teu inverno de dias escuros!
Mas confesse... você tem mais medo de mim!!
A Morte te sorri e te encanta!
E eu? Te sou a morte do Amor?
Ou só seu desalento em dor?
Te satisfazes em medo, meu deserto!
Te desertas do Amor... e minha vida?
Areias e areias sustentam passos...
Lágrimas sustentam a ilusão da vitória...
Que não está senão na derrota de si
Para o Deserto.
Dores e sofrimentos estimulam nascer ou morrer
De sonhos fúteis e sinceros de redenção!
Mas o Deserto é doce...
O Deserto é suave... E como o sabe o vento,
Desertos são estrelas...
São as lágrimas do Sol...
Que deram origem a noite de nós mesmos.
(Saturno)
Você não vê comigo o Deserto que se extende
Horizonte tão límpido à frente?
Você não pode vir comigo?
Por que continuas a saciar-me
Com tuas lágrimas toda minha sede?
Preciso morrer nesse Deserto de sonhos, meu Amor...
Preciso convencer a solidão da minha razão...
Preciso acreditar que sou eu o só Deserto!
Você não me enxerga no meio do caos?
Ou estou recém ao seu começo?
Vejo-me sorrir nuvens no espelho do caminhar...
E ainda assim será só ironia?
Areia, sede, água, seca...
Flores de plástico precisam mesmo de Sol?
Mentiras sinceras fazem mesmo teu viver?
Desertos e mares apaixonam-se pelo
Simbólico correr da dor, da distância, do passar...
O desamor hidrata tuas cicatrizes?
E o vento do Deserto? Já uivou em teus cabelos?
Me sussurrou tal vez, ele, que todas as estrelas
São lágrimas do Sol...
Quando Ele recordava você e eu...
Fazendo o Verbo lembrar amante da noite,
Inimigo do tempo humano.
Em nossas veias sopra o vento do abandono, meu Amor...
Ele é frio como o calor do Deserto.
Implacável como o orgulho.
Você não vê a morte que se aproxima dos cegos corações?
É todo meu desejo meu amor! Todo meu agora!
Você quer vir comigo?
Te prometo o silêncio de Alma destinada.
Você tem mais medo de mim ou da Vida?
Você tem mais ódio de mim ou da Morte?
Você me quer Morte ou Vida?
Te prometo ser a eternidade das tuas mentiras!!
Vou ser prá sempre teu inverno de dias escuros!
Mas confesse... você tem mais medo de mim!!
A Morte te sorri e te encanta!
E eu? Te sou a morte do Amor?
Ou só seu desalento em dor?
Te satisfazes em medo, meu deserto!
Te desertas do Amor... e minha vida?
Areias e areias sustentam passos...
Lágrimas sustentam a ilusão da vitória...
Que não está senão na derrota de si
Para o Deserto.
Dores e sofrimentos estimulam nascer ou morrer
De sonhos fúteis e sinceros de redenção!
Mas o Deserto é doce...
O Deserto é suave... E como o sabe o vento,
Desertos são estrelas...
São as lágrimas do Sol...
Que deram origem a noite de nós mesmos.
(Saturno)
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